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Todos Os Amores São Iguais

Xx: O que mais você quer de mim?
Xy: Queria ouvir mais, talvez um obrigado.
Xx: então obrigado por não me deixar em paz.
Xy: O mais próximo de paz que tive foi você
Xx: Que seja mas chega! Já não basta ter que viver com esse peso, ainda me vem você com esses gritos que não me deixam pensar?
Xy: Pensar em que? Na sua vida, faculdade, seus amigos?
Xx: E eu lá tenho tempo pra isso?
Xy: Tem tempo pra quê então?
Xx: Pra você que não é. Ou pelo menos não deveria ser.
Xy: Se não deveria então é?
Xx: Não sei o que é, só sei que suas perguntas já bastaram.
Xy: Então quer que eu me cale?
Xx: É o que já devia ter feito. Se não percebe perguntou denovo
Xy: Se tivesse destoado, já teria me calado a tempos, essa tua mania de detenção de verdade absoluta.
Xx: Já vamos apontar criticas? Próximo passo já entra as Torpes né ?
Xy: Talvez vá antes disso.
Xx: Talvez não.
Xy: Fica.
Xx: Pra que ficar se falta paz?
Xy: Mas sobra amor, de que mais precisa?
Xx: Amor assim machuca
Xy: Mas longe dele já não ta machucando?
Xx: Prefiro assim e nada me tira que isso só nos destrói
Xy: Mas porque essa mania de esconder o que ta na cara?
Xx: E que diabos essa tua mania de perguntar, perguntar!
Xy: DESCULPA!
Xx: Gritar.
Xy: É tanto amor, e não te suporto por isso, deveria ter mais defeitos do que deixar a pasta de dente destapada;
Xx: Eu também te amo, se é o que quis dizer.
Xy: Mas Afinal o que fazemos com isso?
Xx: Comece saindo por aquela porta.
Xy: É adeus?
Xx: Nunca é;
Xy: NUNCA É...


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2 comentários:

Raphael Bambirra disse...

nunca é.

Rodrigo Vieira disse...

E jamais será.

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